Starwars V Startrek
by willperativo on Oct.30, 2011, under media
This lightwriting video by LICHTFAKTOR was done for sky movies in London.
check: skymovies.com
sound by the green man / basswerk
check: thegreenman.de
(via Geeks are Sexy)
the world will miss you, steve jobs
by willperativo on Oct.05, 2011, under lorem ipsum
No one wants to die. Even people who want to go to heaven don’t want to die to get there. And yet death is the destination we all share. No one has ever escaped it. And that is as it should be, because Death is very likely the single best invention of Life. It is Life’s change agent. It clears out the old to make way for the new. Right now the new is you, but someday not too long from now, you will gradually become the old and be cleared away. Sorry to be so dramatic, but it is quite true.
Your time is limited, so don’t waste it living someone else’s life. Don’t be trapped by dogma — which is living with the results of other people’s thinking. Don’t let the noise of others’ opinions drown out your own inner voice. And most important, have the courage to follow your heart and intuition. They somehow already know what you truly want to become. Everything else is secondary.
– Steve Jobs [1955-2011]
http://www.apple.com/stevejobs/
#luto #ripstevejobs
Coisa
by coisa on Sep.29, 2011, under nonsense
Não sei quem é o autor dessa coisa, mas só sei que essa coisa é uma coisa boa de ler…
Coisa
A palavra “coisa” é um bombril do idioma. Tem mil e uma utilidades. É aquele tipo de termo-muleta ao qual a gente recorre sempre que nos faltam palavras para exprimir uma idéia. Coisas do português.
A natureza das coisas: gramaticalmente, “coisa” pode ser substantivo, adjetivo, advérbio. Também pode ser verbo: o Houaiss registra a forma “coisificar”. E no Nordeste há “coisar”: “Ô, seu coisinha, você já coisou aquela coisa que eu mandei você coisar?”.
Coisar, em Portugal, equivale ao ato sexual, lembra Josué Machado. Já as “coisas” nordestinas são sinônimas dos órgãos genitais, registra o Aurélio. “E deixava-se possuir pelo amante, que lhe beijava os pés, as coisas, os seios” (Riacho Doce, José Lins do Rego). Na Paraíba e em Pernambuco, “coisa” também é cigarro de maconha.
Em Olinda, o bloco carnavalesco Segura a Coisa tem um baseado como símbolo em seu estandarte. Alceu Valença canta: “Segura a coisa com muito cuidado / Que eu chego já.” E, como em Olinda sempre há bloco mirim equivalente ao de gente grande, há também o Segura a Coisinha.
Na literatura, a “coisa” é coisa antiga. Antiga, mas modernista: Oswald de Andrade escreveu a crônica O Coisa em 1943. A Coisa é título de romance de Stephen King. Simone de Beauvoir escreveu A Força das Coisas, e Michel Foucault, As Palavras e as Coisas.
Em Minas Gerais, todas as coisas são chamadas de trem. Menos o trem, que lá é chamado de “a coisa”. A mãe está com a filha na estação, o trem se aproxima e ela diz: “Minha filha, pega os trem que lá vem a coisa!”.
Devido lugar: “Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça (…)”. A garota de Ipanema era coisa de fechar o Rio de Janeiro. “Mas se ela voltar, se ela voltar / Que coisa linda / Que coisa louca.” Coisas de Jobim e de Vinicius, que sabiam das coisas.
Sampa também tem dessas coisas (coisa de louco!), seja quando canta “Alguma coisa acontece no meu coração”, de Caetano Veloso, ou quando vê o Show de Calouros, do Silvio Santos (que é coisa nossa).
Coisa não tem sexo: pode ser masculino ou feminino. Coisa-ruim é o capeta. Coisa boa é a Juliana Paes. Nunca vi coisa assim!
Coisa de cinema! A Coisa virou nome de filme de Hollywood, que tinha o seu Coisa no recente Quarteto Fantástico. Extraído dos quadrinhos, na TV o personagem ganhou também desenho animado, nos anos 70. E no programa Casseta e Planeta, Urgente!, Marcelo Madureira faz o personagem “Coisinha de Jesus“.
Coisa também não tem tamanho. Na boca dos exagerados, “coisa nenhuma” vira “coisíssima”. Mas a “coisa” tem história na MPB. No II Festival da Música Popular Brasileira, em 1966, estava na letra das duas vencedoras: Disparada, de Geraldo Vandré (“Prepare seu coração / Pras coisas que eu vou contar”), e A Banda, de Chico Buarque (“Pra ver a banda passar / Cantando coisas de amor”), que acabou de ser relançada num dos CDs triplos do compositor, que a Som Livre remasterizou.
Naquele ano do festival, no entanto, a coisa tava preta (ou melhor, verde-oliva). E a turma da Jovem Guarda não tava nem aí com as coisas: “Coisa linda / Coisa que eu adoro”.
Cheio das coisas. As mesmas coisas, Coisa bonita, Coisas do coração, Coisas que não se esquece, Diga-me coisas bonitas, Tem coisas que a gente não tira do coração. Todas essas coisas são títulos de canções interpretadas por Roberto Carlos, o “rei” das coisas. Como ele, uma geração da MPB era preocupada com as coisas.
Para Maria Bethânia, o diminutivo de coisa é uma questão de quantidade (afinal, “são tantas coisinhas miúdas”). Já para Beth Carvalho, é de carinho e intensidade (“ô coisinha tão bonitinha do pai”). Todas as Coisas e Eu é título de CD de Gal. “Esse papo já tá qualquer coisa…Já qualquer coisa doida dentro mexe.” Essa coisa doida é uma citação da música Qualquer Coisa, de Caetano, que canta também: “Alguma coisa está fora da ordem.”
Por essas e por outras, é preciso colocar cada coisa no devido lugar. Uma coisa de cada vez, é claro, pois uma coisa é uma coisa; outra coisa é outra coisa. E tal coisa, e coisa e tal. O cheio de coisas é o indivíduo chato, pleno de não-me-toques. O cheio das coisas, por sua vez, é o sujeito estribado. Gente fina é outra coisa. Para o pobre, a coisa está sempre feia: o salário-mínimo não dá pra coisa nenhuma.
A coisa pública não funciona no Brasil. Desde os tempos de Cabral. Político quando está na oposição é uma coisa, mas, quando assume o poder, a coisa muda de figura. Quando se elege, o eleitor pensa: “Agora a coisa vai.” Coisa nenhuma! A coisa fica na mesma. Uma coisa é falar; outra é fazer. Coisa feia! O eleitor já está cheio dessas coisas!
Coisa à toa. Se você aceita qualquer coisa, logo se torna um coisa qualquer, um coisa-à-toa. Numa crítica feroz a esse estado de coisas, no poema Eu, Etiqueta, Drummond radicaliza: “Meu nome novo é coisa. Eu sou a coisa, coisamente.” E, no verso do poeta, “coisa” vira “cousa”.
Se as pessoas foram feitas para ser amadas e as coisas, para ser usadas, por que então nós amamos tanto as coisas e usamos tanto as pessoas? Bote uma coisa na cabeça: as melhores coisas da vida não são coisas. Há coisas que o dinheiro não compra: paz, saúde, alegria e outras cositas más.
Mas, “deixemos de coisa, cuidemos da vida, senão chega a morte ou coisa parecida”, cantarola Fagner em Canteiros, baseado no poema Marcha, de Cecília Meireles, uma coisa linda. Por isso, faça a coisa certa e não esqueça o grande mandamento: “amarás a Deus sobre todas as coisas”.
Entendeu o espírito da coisa???
Super Mario 30th Anniversary Medley
by coisa on Sep.16, 2011, under games
“Super Mario Ceremony – The 30th Anniversary Medley” é um trabalho mais do que impressionante para honrar o famoso mascote da Nintendo. São 30 anos de músicas e cenas dos jogos de Super Mario em um vídeo épico com 18 minutos de duração.
A homenagem cobre todos os campos que você poderia esperar, de Donkey Kong, passando por Super Mario Bros., Super Mario 64 até chegar em Super Mario Galaxy. Mas também consegue lembrar muitas das outras facetas do mascote, incluindo versões hiperativas de Mario Golf, Super Mario Kart e até mesmo músicas da série WarioWare.
O resultado chega a ser emocionante para os mais nostálgicos, que cresceram ao lado do encanador. E as únicas versões de Mario que ficaram de fora são de jogos como Hotel Mario e Mario Teaches Typing. Não que você vá sentir muita falta.
“It’s been a good run. We didn’t even mind holding B the whole time.”
Fonte: Dorkly, Gamer Experience
“These aren’t the droids we’re looking for.”
by willperativo on Sep.08, 2011, under nerd
1 Comment :android, img, star wars more...Zombie Highway iPhone Game Hands-On Preview
by willperativo on Sep.05, 2011, under games
Zombie highway is your next big Zombie-themed time-suck. Smashing zombies into cars is very satisfying.
Game of Thrones – Opening Credits Cover (Heavy Version)
by coisa on Aug.23, 2011, under media
Here is a version of the Intro Music of Game of Thrones on which I am playing along with. This fun project took from start to finish about 5 hours to complete.
MP3 Download: http://mp3.whitenoiselab.com/GameofThronesTheme.mp3
Fonte: www.whitenoiselab.com
Ghost Rider: Spirit of Vengeance Trailer
by coisa on Aug.20, 2011, under media
Nicolas Cage returns as Johnny Blaze in Columbia Pictures‘ and Hyde Park Entertainment’s Ghost Rider: Spirit of Vengeance. In the successor to the worldwide hit Ghost Rider, Johnny – still struggling with his curse as the devil’s bounty hunter – is hiding out in a remote part of Eastern Europe when he is recruited by a secret sect of the church to save a young boy (Fergus Riordan) from the devil (Ciaran Hinds). At first, Johnny is reluctant to embrace the power of the Ghost Rider, but it is the only way to protect the boy – and possibly rid himself of his curse forever. Directed by Mark Neveldine and Brian Taylor. Screenplay by Scott M. Gimple & Seth Hoffman and David S. Goyer. Story by David S. Goyer. Based on the Marvel Comic. Produced by Steven Paul, Ashok Amritraj, Michael De Luca, Avi Arad, and Ari Arad.
TRON Vader
by coisa on Aug.18, 2011, under nerd
Fonte: imgur.com


















