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Apple Store Challenge
by coisa on Jul.27, 2011, under nerd
Há algo que você não pode fazer em uma Apple Store? O comediante Mark Malkoff passa muito tempo pensando sobre maneiras de abusar da paciência dos funcionários da Apple, mas sem sucesso.
Quando um funcionário pergunta se você realmente pediu uma pizza, e em seguida diz “muito foda”… Aparentemente, você pode muito bem assumir que qualquer coisa é possível, até mesmo um passeio com seu bode de estimação.
Fonte: Geeks are Sexy
Dub FX
by coisa on Jul.17, 2011, under media
O que acontece quando um músico encontra a tecnologia certa!
Dub FX 18/04/2009 ‘Soothe Your Pain’
Dub FX 10/10/2008 ‘Love Someone’
Dub FX live on Amsterdam
Dub FX 18/04/2009 ‘Flow’ feat. Woodnote
Dub FX 23/07/09 ‘In My Head’

Oficial Site: Dub FX
Torcedor uruguaio infiltrado na torcida argentina
by coisa on Jul.11, 2011, under media
Esses japoneses…
by coisa on Jun.23, 2011, under fun, media
Pichador búlgaro transforma monumento em ícones da cultura pop
by coisa on Jun.21, 2011, under nonsense
Dias atrás, a cidade de Sofia na Bulgária amanheceu com uma estranha “homenagem” a ícones da cultura pop. O monumento traz os soldados do exército vermelho russo transformados em super-heróis, Papai Noel e Ronald McDonald.

Abaixo da estátua está uma inscrição que diz algo como “Adaptando-se aos novos tempos”. A Bulgária ficou sob influência soviética até 1990, depois de ter sido invadida durante a Segunda Guerra. O pichador, aparentemente, mostra insatisfação com uma outra invasão, desta vez cultural.
Sustentabilidade pode ser digital
by coisa on Jun.15, 2011, under business
Confira as cinco políticas e diretrizes para as empresas se tornarem digitalmente sustentáveis
Depois de transitar com muito vai-e-vem pelos âmbitos científico, acadêmico, empresarial e político, o conceito da sustentabilidade finalmente chega à casa de milhões de famílias brasileiras. Além do resultado da rodada do futebol do dia anterior e da condição climática para o final de semana, os impactos do descarte de lixo doméstico ou do consumo residencial de água no aquecimento global passam a fazer parte da pauta de assuntos e preocupações cotidianas de boa parte dos cidadãos brasileiros.
Em outras palavras, depois que a palavra sustentabilidade foi dita e “martelada” na consciência do cidadão uma porção de vezes durante os debates e a propaganda política das eleições para presidente e governador, o tema definitivamente entrou na agenda de prioridades da sociedade (e da mídia em geral) como relevante para seu envolvimento, contribuição e aplicação.
Este cidadão comum, que por sua vez também é um cliente de empresas e consumidor de produtos e serviços, cada vez mais se questiona em relação ao seu papel como agente de transformação e, por consequência, busca informações sobre como transformar seus hábitos e ações em aplicação da sustentabilidade.
Algumas das questões que se colocam são: como devo contribuir? O que devo fazer para cumprir minha obrigação e corresponsabilidade? E quanto se fala de corresponsabilidade, cada pessoa (em seus diversos papéis: cidadão, consumidor, familiar, líder etc.) ou organização de pessoas (empresa, governo, entidade, associação etc) tem sua “parcela de culpa e responsabilidade no cartório”.
Quando avaliamos o papel das empresas, outros pontos aparecem, tais como: qual deve ser o conjunto de filosofias, ações e premissas que as empresas devem seguir, respeitar e incentivar para se tornarem qualificadas como praticantes da sustentabilidade (considerando seus aspectos econômico, social e ambiental – triple bottom line)? Quão profunda ou ampla deverá ser a defesa de tais conceitos em sua adoção corporativa? E quais os resultados esperados para a empresa, para seus públicos de interesse e para o entorno?
Essas são questões complexas e existenciais, que mexem profundamente na cultura e no modelo de negócio das empresas, e que deverão ser respondidas no curto prazo por livre e espontânea pressão estratégica.
Com o pequeno agravante de que a intensidade de cobrança das relações de corresponsabilidade entre os diversos envolvidos (e culpados) aumenta exponencialmente no ritmo das redes sociais digitais.
Neste contexto, não há espaço para a falta de transparência ou de diálogo contínuo com os diversos públicos de interesse, seja em relação a demandas relacionadas à postura sustentável da empresa ou não, pois o simples fato de atuar nas redes sociais representa uma oportunidade de aplicar a sustentabilidade na prática.
Dessa forma, a aplicação digital da sustentabilidade (ou o desenvolvimento de uma política e conduta de sustentabilidade digital) representa uma aplicação essencial do tema para as empresas conscientes e comprometidas com sua relação. Porém, um ponto importante a ser destacado se refere ao fato de que a sustentabilidade digital não é uma abordagem isolada de uma ou outra empresa, mas sim, uma postura e compromisso setorial que não deve incluir apenas empresas, mas que fundamentalmente envolve o usuário e demais agentes como governo, universidades e ONGs.
Ou seja, de nada adianta a empresa ser digitalmente responsável se o usuário, consumidor ou funcionário não fizer sua parte. Como a web é uma rede de relações e relacionamentos, todos os agentes estão correlacionados e são, portanto, interdependentes e corresponsáveis por sua governança e utilização responsável.
Dessa forma, a definição de um código de conduta para a atuação digital sustentável nas empresas se faz premente. Como o próprio conceito de sustentabilidade demanda a construção conjunta e colaborativa (coconstrução), colocamos a primeira pedra sugerindo as 5 primeiras políticas e diretrizes para as empresas se tornarem digitalmente sustentáveis.
Sustentabilidade digital
1. Responsabilidade no relacionamento com públicos de interesse: adoção de clareza e respeito à permissão de interação e acesso dado por cada público e adequação da mensagem, conteúdo e formato da informação (e rede de interação) ao seu interesse e perfil.
2. Transparência na comunicação institucional: garantir correção, atualização e prontidão na disponibilização de dados e informações de interesse e relevância para cada público.
3. Transparência nos processos de transação on-line: garantir a realização de compras, vendas, aquisições, licitações, leilões e demais formas de transação com condições claras e regras bem definidas, evitando erros de compreensão ou indução ao erro.
4. Responsabilidade no monitoramento: monitorar o comportamento do usuário para evitar fraudes à empresa ou aos públicos de interesse definindo os devidos limites entre monitoramento e invasão de privacidade.
5. Utilização devida da propriedade intelectual: utilizar de forma responsável a propriedade intelectual através da citação de fontes e autores, no caso de conteúdo de terceiros, e da adoção de dispositivos de proteção de capital intelectual quando proprietário, bem como incentivo aos demais públicos de interesse sobre esta diretriz.
Discorda ou tem um ponto de vista diferente sobre a adoção das políticas e diretrizes abaixo como sustentabilidade digital?
Texto por: Charles Beck Varani (Consultor do Grupo ECC, especialista em estratégia web, estratégia multicanal, TI e relacionamento com o cliente)
Fonte: HSM
Quero acreditar, mas cadê os ETs?
by coisa on Jun.14, 2011, under nerd
Pelo que nos ensina a ciência moderna, tudo indica que a vida seja rara no Universo, e mais rara ainda a vida inteligente
Recentemente, apareceu um vídeo no Youtube sobre uma misteriosa estrutura em Marte. O produtor do vídeo sugere que a forma cilíndrica é uma construção de origem alienígena, “talvez uma garagem enorme”. É incrível a vontade que temos de achar vida em Marte, mesmo após já termos enviado várias sondas para lá, que encontraram apenas muita poeira e pedras no planeta.
Hoje trago de volta um clássico desse fenômeno cultural, o vídeo da necrópsia de um ET. Você assistirá, boquiaberto, à autopsia do cadáver de um ET, supostamente encontrado nos escombros de sua nave espacial, que caiu (foi abatida?) em Roswell em 1947, no deserto do Novo México.
O vídeo coincide com os relatos de pessoas que dizem ter sido abduzidas por ETs: a cama cirúrgica, médicos fazendo uma bateria de testes, várias partes do corpo removidas e cuidadosamente examinadas.
Pena que Ray Santilli, o produtor responsável pelo vídeo, admitiu que era falso. (Se bem que disse que algumas partes eram originais, só para manter o suspense.) Por que milhões de pessoas acreditam nessas bobagens a ponto de ficarem ofendidas se forem contrariadas? Fãs de “Arquivo X” lembram do pôster na sala do agente do FBI Fox Mulder: “Eu quero acreditar”. Crer para ver suplanta o ver para crer.
Usando tecnologia atual, a viagem até Alfa Centauri, a estrela vizinha a 4,4 anos-luz do Sol, demoraria mais de 100 mil anos. As distâncias interestelares são gigantescas. E, infelizmente, túneis na estrutura do espaço-tempo, os chamados “buracos de verme”, ainda não foram encontrados.
Fora as diversas dificuldades tecnológicas envolvidas em viagens interestelares, não há uma única prova concreta de que ETs de fato estiveram por aqui. Infelizmente, o vídeo é falso, como são todos os outros. Não há uma conspiração secreta entre cientistas e o governo americano. Quem mais do que um cientista adoraria ter provas concretas de inteligência extraterrestre?
Não detectamos sinais de rádio vindos do espaço ou amostras de tecnologia alienígena. Visões dos famosos objetos voadores não identificados, na maioria, podem ser explicadas por distúrbios atmosféricos, balões de alta altitude ou por aeronaves diversas em condições de baixa visibilidade.
Relatos pessoais, ou mesmo de grupos, vídeos de coisas estranhas flutuando nos céus, nada disso pode ser aceito cientificamente como prova da existência de visitantes extraterrestres. (Aliás, por que ETS, tendo tecnologia para cruzar a galáxia, precisam de luzes? Eles não sabem que podem ser vistos por nós?) O assunto é importante demais para nos deixarmos levar por oportunistas ou por emoções fortes.
Pelo que nos ensina a ciência atual, tudo indica que a vida seja rara no Universo. Muito mais rara ainda a vida inteligente, especialmente a que constrói espaçonaves. É hora de aceitarmos nossa solidão cósmica e tomarmos conta do que temos. Mesmo se os ETS existirem, é bom não contar com eles para resolver nossos problemas. Obviamente, até agora não fizeram nada de útil.
Por: Marcelo Gleiser
folha de São Paulo – 12/06/11
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Atualização: os vídeos foram removidos.
MINI Countryman TV Commercial: Flow
by coisa on Jun.13, 2011, under media
For this 60-second adventure MINI used dramatic new methods in CG technology to show the versatility of the MINI Countryman in a way that defies the laws of space and time. Watch it now.
For more information and photos on MINI Flow, read the full story here: http://www.minispace.com/en_us/article/flow-countryman/437/
Angry Birds em 3D offline (ou seja, ao vivo)
by coisa on Jun.09, 2011, under business, media
“Ai, Brainstorm #9, vocês já não falaram tudo o que tinha pra falar sobre Angry Birds?” Parece que não.
A T-Mobile foi até Barcelona e criou uma geringonça real “movida a Smartphone”. Ou seja, as pessoas jogavam Angry Birds da forma tradicional e viam os pássaros voando ali, ao vivo, na frente delas. Assim ó:
Fonte: brainstorm9















