nonsense
Coisa
by coisa on Sep.29, 2011, under nonsense
Não sei quem é o autor dessa coisa, mas só sei que essa coisa é uma coisa boa de ler…
Coisa
A palavra “coisa” é um bombril do idioma. Tem mil e uma utilidades. É aquele tipo de termo-muleta ao qual a gente recorre sempre que nos faltam palavras para exprimir uma idéia. Coisas do português.
A natureza das coisas: gramaticalmente, “coisa” pode ser substantivo, adjetivo, advérbio. Também pode ser verbo: o Houaiss registra a forma “coisificar”. E no Nordeste há “coisar”: “Ô, seu coisinha, você já coisou aquela coisa que eu mandei você coisar?”.
Coisar, em Portugal, equivale ao ato sexual, lembra Josué Machado. Já as “coisas” nordestinas são sinônimas dos órgãos genitais, registra o Aurélio. “E deixava-se possuir pelo amante, que lhe beijava os pés, as coisas, os seios” (Riacho Doce, José Lins do Rego). Na Paraíba e em Pernambuco, “coisa” também é cigarro de maconha.
Em Olinda, o bloco carnavalesco Segura a Coisa tem um baseado como símbolo em seu estandarte. Alceu Valença canta: “Segura a coisa com muito cuidado / Que eu chego já.” E, como em Olinda sempre há bloco mirim equivalente ao de gente grande, há também o Segura a Coisinha.
Na literatura, a “coisa” é coisa antiga. Antiga, mas modernista: Oswald de Andrade escreveu a crônica O Coisa em 1943. A Coisa é título de romance de Stephen King. Simone de Beauvoir escreveu A Força das Coisas, e Michel Foucault, As Palavras e as Coisas.
Em Minas Gerais, todas as coisas são chamadas de trem. Menos o trem, que lá é chamado de “a coisa”. A mãe está com a filha na estação, o trem se aproxima e ela diz: “Minha filha, pega os trem que lá vem a coisa!”.
Devido lugar: “Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça (…)”. A garota de Ipanema era coisa de fechar o Rio de Janeiro. “Mas se ela voltar, se ela voltar / Que coisa linda / Que coisa louca.” Coisas de Jobim e de Vinicius, que sabiam das coisas.
Sampa também tem dessas coisas (coisa de louco!), seja quando canta “Alguma coisa acontece no meu coração”, de Caetano Veloso, ou quando vê o Show de Calouros, do Silvio Santos (que é coisa nossa).
Coisa não tem sexo: pode ser masculino ou feminino. Coisa-ruim é o capeta. Coisa boa é a Juliana Paes. Nunca vi coisa assim!
Coisa de cinema! A Coisa virou nome de filme de Hollywood, que tinha o seu Coisa no recente Quarteto Fantástico. Extraído dos quadrinhos, na TV o personagem ganhou também desenho animado, nos anos 70. E no programa Casseta e Planeta, Urgente!, Marcelo Madureira faz o personagem “Coisinha de Jesus“.
Coisa também não tem tamanho. Na boca dos exagerados, “coisa nenhuma” vira “coisíssima”. Mas a “coisa” tem história na MPB. No II Festival da Música Popular Brasileira, em 1966, estava na letra das duas vencedoras: Disparada, de Geraldo Vandré (“Prepare seu coração / Pras coisas que eu vou contar”), e A Banda, de Chico Buarque (“Pra ver a banda passar / Cantando coisas de amor”), que acabou de ser relançada num dos CDs triplos do compositor, que a Som Livre remasterizou.
Naquele ano do festival, no entanto, a coisa tava preta (ou melhor, verde-oliva). E a turma da Jovem Guarda não tava nem aí com as coisas: “Coisa linda / Coisa que eu adoro”.
Cheio das coisas. As mesmas coisas, Coisa bonita, Coisas do coração, Coisas que não se esquece, Diga-me coisas bonitas, Tem coisas que a gente não tira do coração. Todas essas coisas são títulos de canções interpretadas por Roberto Carlos, o “rei” das coisas. Como ele, uma geração da MPB era preocupada com as coisas.
Para Maria Bethânia, o diminutivo de coisa é uma questão de quantidade (afinal, “são tantas coisinhas miúdas”). Já para Beth Carvalho, é de carinho e intensidade (“ô coisinha tão bonitinha do pai”). Todas as Coisas e Eu é título de CD de Gal. “Esse papo já tá qualquer coisa…Já qualquer coisa doida dentro mexe.” Essa coisa doida é uma citação da música Qualquer Coisa, de Caetano, que canta também: “Alguma coisa está fora da ordem.”
Por essas e por outras, é preciso colocar cada coisa no devido lugar. Uma coisa de cada vez, é claro, pois uma coisa é uma coisa; outra coisa é outra coisa. E tal coisa, e coisa e tal. O cheio de coisas é o indivíduo chato, pleno de não-me-toques. O cheio das coisas, por sua vez, é o sujeito estribado. Gente fina é outra coisa. Para o pobre, a coisa está sempre feia: o salário-mínimo não dá pra coisa nenhuma.
A coisa pública não funciona no Brasil. Desde os tempos de Cabral. Político quando está na oposição é uma coisa, mas, quando assume o poder, a coisa muda de figura. Quando se elege, o eleitor pensa: “Agora a coisa vai.” Coisa nenhuma! A coisa fica na mesma. Uma coisa é falar; outra é fazer. Coisa feia! O eleitor já está cheio dessas coisas!
Coisa à toa. Se você aceita qualquer coisa, logo se torna um coisa qualquer, um coisa-à-toa. Numa crítica feroz a esse estado de coisas, no poema Eu, Etiqueta, Drummond radicaliza: “Meu nome novo é coisa. Eu sou a coisa, coisamente.” E, no verso do poeta, “coisa” vira “cousa”.
Se as pessoas foram feitas para ser amadas e as coisas, para ser usadas, por que então nós amamos tanto as coisas e usamos tanto as pessoas? Bote uma coisa na cabeça: as melhores coisas da vida não são coisas. Há coisas que o dinheiro não compra: paz, saúde, alegria e outras cositas más.
Mas, “deixemos de coisa, cuidemos da vida, senão chega a morte ou coisa parecida”, cantarola Fagner em Canteiros, baseado no poema Marcha, de Cecília Meireles, uma coisa linda. Por isso, faça a coisa certa e não esqueça o grande mandamento: “amarás a Deus sobre todas as coisas”.
Entendeu o espírito da coisa???
Pichador búlgaro transforma monumento em ícones da cultura pop
by coisa on Jun.21, 2011, under nonsense
Dias atrás, a cidade de Sofia na Bulgária amanheceu com uma estranha “homenagem” a ícones da cultura pop. O monumento traz os soldados do exército vermelho russo transformados em super-heróis, Papai Noel e Ronald McDonald.

Abaixo da estátua está uma inscrição que diz algo como “Adaptando-se aos novos tempos”. A Bulgária ficou sob influência soviética até 1990, depois de ter sido invadida durante a Segunda Guerra. O pichador, aparentemente, mostra insatisfação com uma outra invasão, desta vez cultural.
Nada é ruim o suficiente que não possa piorar
by coisa on Mar.11, 2011, under nonsense
“Se todas as coisas boas durassem para sempre, você saberia como são importantes?”
“O problema das pessoas é que elas são apenas humanas.”
” Vivendo e não aprendendo… esses somos nós.”
“É muito mais divertido culpar as coisas em vez de arrumá-las.”
“Os desapontamentos da vida são mais difíceis de encarar quando você não conhece nenhum palavrão.”
“O mundo provavelmente é mais engraçado para as pessoas que não vivem aqui.”
“Eu sei que a vida é uma jornada, mas eu estou cansado de perder tempo no trânsito.”
” Não é porque ele distribui presentes de graça que vai justificar sua incompetência….”
“Os únicos conhecimentos que eu tenho paciência de aprender são aqueles que não têm uma real aplicação na vida.”
“Meu cérebro quer me matar.”
“Você sabe que vai odiar uma coisa quando não querem lhe dizer o que é!”
“Nada como tornar o dia das pessoas surreal.”
“Ai, mas um dia de escola… Eles tentaram a qualquer custo construir meu caráter… mas eu fui duro com eles!”
“Eu sou um líder natural! Sou do tipo que comanda! O problema é que ninguém quer ir pra onde eu quero levar…”
“Eu já não sei mais do que eu quero! Eu gostava mais das coisas quando eu não as entendia!”
“A vida é como topografia, Haroldo. Há picos de felicidades e sucessos… pequenos campos da chata rotina… e vales de frustrações e fracassos…”
“Mas considerando que minha vida esta destruída agora, você não poderia pelo menos levar a culpa?”
“Estou a tanto tempo sem fazer nada que posso sentir meu cérebro se atrofiando.”
“O segredo da felicidade é a estupidez de auto interesse a curto prazo”
“Eu sou uma pessoa simples…mas de gostos complexos”
“Desta vez acho que vou ganhar um ponto por originalidade!”
“Nada é ruim o suficiente que não possa piorar”
“A força para mudar o que eu posso, a inabilidade para aceitar o que eu não posso, e a incapacidade para perceber a diferença.”
“O mundo não seria tão ruim se pudéssemos sair dele de vez em quando…”
“Nunca consigo fazer todo o ‘Nada’ que quero”"
“A vida é bem mais divertida quando você não é responsável pelos seus atos”.
Calvin: “Haroldo, o que você acha que acontece quando a gente morre?”
Haroldo: “Eu acho que a gente fica tocando saxofone num cabaré só pra mulheres em New Orleans.”
Calvin: “Então você acredita em paraíso?”
Haroldo: “Chame do que você quiser.”
(Recebi por email de uma amiga há muito tempo)
Serra e Dilma respondem: Por que a galinha atravessou a rua?
by coisa on Oct.29, 2010, under nonsense
José Serra: Olha, este é mais um trolóló da campanha petista. Veja bem, as galinhas cruzam as ruas no Brasil, há anos. Eu mesmo coordenei a emenda na Constituição que permite o direito de ir e vir das galinhas. Eles ficam falando que foram eles que inventaram esse cruzamento de ruas, mas já no governo Montoro, quando eu era secretário do Planejamento, as galinhas cruzaram as ruas com maior segurança.
Eu, por exemplo, criei o programa Galinha Paulistana, que permitiu que milhares de galinhas pudessem cruzar as ruas e, agora no meu governo, vou criar o Galinha Brasileira, em que toda galinha terá direito de cruzar as ruas quantas vezes quiser.
Dilma Rousseff: No que se refere ao fato de a galinha ter cruzado a rua, eu considero que este é mais um ganho do governo do presidente Lula. Eu considero que foi apenas depois que o presidente Lula me pediu para coordenar o PAC das Ruas é que as galinhas, no que se refere ao cruzamento das ruas, tiveram a oportunidade de poder cruzar as ruas, coisa que, aliás, só as galinhas com maior poder aquisitivo podiam no governo FHC, no qual o meu adversário foi ministro do Planejamento e da Saúde.
Vi no Facebook
e se..
by coisa on Oct.17, 2010, under fun, nonsense
E se todas as pessoas peidassem ao mesmo tempo?
Um pum simultâneo dos 6,5 bilhões de humanos liberaria 19,5 milhões de litros de metano – o equivalente a 2 mil caminhões que transportam esse tipo de gás. Apesar de o metano ser 20 vezes mais potente do que o gás carbônico para provocar o efeito estufa, o volume de uma bufa mundial não mudaria a rotina do planeta. Até o fedor seria comum, demorando 10 a 20 segundos para se dissipar no ar, como qualquer peido individual. :-\
E se twitássemos ao mesmo tempo?
Digitaríamos 910 bilhões de caracteres – o suficiente para preencher o conteúdo de 260 mil Bíblias. Isso equivale a oito dias da produção brasileira do livro sagrado – a maior do mundo, com 12 milhões de exemplares anuais.
E se todos dessem descarga juntos?
Seria uma grande cagada para o meio ambiente: 65 bilhões de litros indo pelo cano daria para 59 milhões de pessoas passar o dia, usando a água para beber, preparar alimentos e se higienizar, segundo a ONU.
E se todo mundo fizesse cocô ao mesmo tempo?
Um “número 2″ global, com 975 mil toneladas, encheria três vezes o Brasil Maru – maior cargueiro do mundo, com 340 m de comprimento por 60 m de largura.
E se todo mundo espirrasse junto?
Além de espalhar a gripe suína, o volume encheria umas 370 mil latas de refri – equivalente a 30 segundos da produção anual de bebidas da Coca-Cola. Saindo a 160 km/h, os 0,02 ml de cada espirro viram 40 mil gotículas.
E se rolasse uma assembléia geral mundial?
Para reunir todo mundo, um território de 13 milhões de km2 daria conta do recado. O país ideal para abrigar a galera seria Montenegro, na região dos Bálcãs, Leste Europeu. Cada presente teria 2 m² para ocupar.
Fonte: Encurralados
V(ery) I(diot) P(eople)
by coisa on Jun.22, 2010, under nonsense
Niterói tem dessas coisas. Imagino que todos os lugares tenham, mas a gente sempre tende a achar que certas coisas só acontecem no contexto em que vivemos. Enfim… há muitos anos eu satirizo as festas “fechadas” daqui. Aquelas festas a que só vai gente VIP, sabe? Então… aquelas em que você vai e encontra TODO MUNDO. As mesmas pessoas de sempre, claro. Mas todas elas estão ali. E todas se sentindo VIPs. Exclusivas. Poor people.
E então eu fui a mais uma dessas festas ontem. Juro que foi a última noitada de 2010. A não ser que haja algum aniversário de amigo muito próximo, daqueles que não tem como faltar, não me meto em uma noitada tão cedo. Quiçá nessa vida. Perdi a pegada desse tipo de programa. Não tem a menor graça.
A noite não foi especialmente ruim. Não teve nada de errado, nada fora dos padrões de uma típica festinha playboys-patricinhas. A música estava boa, as pessoas eram (muito) bonitas, tinha até, incrivelmente, muito, mas muito mais homem do que mulher. E, mesmo assim, eu olhava aquilo tudo à minha volta e só conseguia pensar em uma expressão: show de horrores. E, mera espectadora, comecei a observar.
Fiquei chocada como todas, absolutamente todas as meninas estavam vestidas igual. Com o cabelo igual. Sapatos iguais. Bijouterias iguais. Parecia que tinham aberto uma máquina pré-programada de onde saíam modelos idênticos. E comecei a entender o que certos homens querem dizer quando falam que não gostam de mulheres assim. E comecei a me questionar como pode existir homem que gosta de mulheres assim.
As pessoas ignoram que nem toda roupa é pra qualquer corpo. E aí aquela menina que não é gorda, mas não é esguia, transforma-se em um pequeno bujão porque, apesar de a roupa não lhe favorecer, precisa ser usada – está na moda. A relação modelito-clima é um tema à parte. Devia estar uns 15 graus, ou menos. E enquanto saía fumaça das nossas bocas ao falar, uma dúzia de exemplares femininos de mini saias e decotes até o cóccix andavam de um lado pro outro, peito estufado e bunda empinada. Bundas tão grandes e tão empinadas em vestidos e saias tão justos que, sei lá, é bonito isso?!
Não vou me estender muito mais. Não vou dedicar um parágrafo inteiro aos grisalhos vestidos como adolescentes e babando pelas menininhas. Nem aos baldes e mais baldes de vodka e energético. Tampouco vou citar os ex-presidiários que continuam circulando pela ‘high society’, como se nada tivesse acontecido, com as calorentas aos seus pés porque, afinal de contas, ser preso por traficar pra elite é muito style.
E os pirralhinhos chegando na gente, com o cigarro pendurado no canto da boca, chamando de gata e dizendo que tá apaixonado? O mais interessante é você dizer que não e ouvir “Ah, então me dá só um beijo e eu vou embora”. Porque ah, agora sim! Agora me convenceu.
Ainda bem que a galera que frequenta essas festas não lê coisas como blogs. Certeza de que eu seria sabatinada e taxada de recalcada ou coisa pior. A respeito disso, só tenho uma coisa a dizer: Nunca tive, ao mesmo tempo, tanta vergonha por ter feito parte disso e tanto orgulho por finalmente estar, hoje, tão à vontade com quem eu sou. E tão satisfeita por quem eu sou não se encaixar mais nesse tipo de ambiente.
Texto: Paula Soares (Geek in the Pink)
culinária moderna
by willperativo on Jun.05, 2010, under nonsense
diogo e a culinária moderna..
<diogo[cozinhanndo]> sopinha instantanea
<diogo[cozinhanndo]> mai rapido q miojo
<Coisa> eca
<diogo[cozinhanndo]> eu boto uns fandangos, queijo ralado e requeijao
<diogo[cozinhanndo]> d e l i c i a
<fefe> que isso.. fica bom ?!
<Coisa> HEIN?!
<diogo[cozinhanndo]> uma batata palha tb cai bem
Galactus is preparing to consume the earth.
by coisa on Jun.03, 2010, under nonsense
Só eu que acho que o buraco tá ‘perfeitinho’ demais pra ser causa natural? Primeira vez que eu vi, eu achei que fosse fake… ¬¬
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Geologists Accidentally Opened the “Door to Hell”
In the darkness of night, flames dance and lick the air, casting an ominous glow that can be seen from miles around in the desert of Turkmenistan. The source of all this light and heat is a massive crater, in which blazes an unceasing inferno, dubbed by locals the “Door to Hell.” For decades, the fires within the pit have been burning without end, fed by a seemingly unlimited pocket of natural gas. The “Door to Hell” might easily be placed among the world’s most incredible natural wonder–that is, if it wasn’t man-made. So, what manner of mortal man cast open this gaping chasm and set alight its endless fire, seeming so much like an apocalyptical vision? Well, they were geologists, actually.
Not so surprisingly for a legendary-seeming wonder, some of the details regarding the “Door to Hell,” otherwise known as the Darvaza Gas Crater, have passed into legend–namely the date of its creation. Sources vary regarding the timeline, but Gadling sets the beginning of the story at about 35 years ago, which seems the most likely when considering some say it’s been burning for over 200 years.
Apparently, during the 1970s, when Turkmenistan was part of the USSR, Soviet geologists were sent into the desert to explore for natural gas, which can often be detected seeping through the sand. While drilling in one such spot, the geologists happened upon a large, cavernous space full of poisonous gas which promptly swallowed their equipment. Hoping to burn off the excess gas, perhaps to make it possible to descend into the crater, the geologists set it ablaze–and 35 years later, it’s still burning.
FOU e as cervejas
by coisa on May.10, 2010, under gangue, nonsense
Hoje na Select até que foi divertido.. eu lembro da época que só eu bebia no posto enquanto todo mundo só bebia coca… como tem tempo que eu também só fico na coca, foi mais estranho ainda..
Até Leandrinho e Ninja resolveram acompanhar na cerveja.. até Endrigo.. o.O que normalmente nem coca bebe.. só água..
Na hora que eu me toquei da cena, eu comentei que até merecia uma foto.. hauhuahuah aquele monte de garrafa de cerveja em cima da mesa, o FOU brincou que tinha que aparecer ele abraçando todas as garrafas.. hauhauhauha
A foto ficou divertida e eu resolvi postar.. =x
Tava Eu, FOU, Ninja, Leandrinho, CJ e Endrigo















